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Ministra da Administração Territorial e Gestão Eleitoral admite a possibilidade de ser usado caderno eleitoral das últimas eleições legislativas sem a correção de omissões

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Ministra da Administração Territorial e Gestão Eleitoral admite a possibilidade de ser usado caderno eleitoral das últimas eleições legislativas sem a correção de omissões

Três dos partidos políticos representados no parlamento, nomeadamente o Movimento para a Alternância Democrática (MADEM-G15), o Partido da Renovação Social (PRS) e a Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné (APU-PDG), este ultimo integrante do atual governo e não se fez representar por nenhum dos seus altos dirigentes, e os Movimentos de apoio às candidaturas de José Mário Vaz e Carlos Gomes Júnior protestaram esta quinta-feira, 05 de setembro de 2019, contra os trabalhos de correções das omissões nos cadernos eleitorais em curso no país.
Reagindo no mesmo dia à manifestação, que decorreu sem incidentes, a Ministra da Administração Territorial explica que se for o consenso dE partidos com seus justificativos pode, segundo a governante, ser usado o caderno eleitoral do últimos recenseamento eleitoral, feito ainda este ano.
“Se for definitivamente a decisão dos partidos de que os dados de vinte e cincos mil eleitores recenseados, cujo nomes não constam no caderno eleitoral, não devem ser introduzidos por razão invocadas, podemos usar o caderno eleitoral das legislativas, uma vez ser, o caderno aprovado e de consenso de partidos” contou Odete Costa Semedo
O Partidos contestatários acusam, em várias ocasiões, o governo do PAIGC de querem aproveitar o processo de correção de omissões, em curso, para ,alegadamente, preparar uma fraude eleitoral nas eleições presidências de 24 de novembro.
Os Contestatários consideram também de ilegal os trabalhos de correção de omissões para eles o correção apenas se faz no decorrer de recenseamento eleitoral.
Relativamente questão em causa, a governante voltou a insistir na legalidade do ato, citando (o artigo 3) da lei de recenseamento eleitoral, que de acordo com ela prevê a correção de omissões que deve ser seguida por partidos políticos.
Sobre fim a dar aos dados da correção de omissões, a Ministra explica que se for consenso de que vai ser usado só banco de dados do último registo eleitoral sem correções e os eleitores nestas condições vão ver os seus nomes introduzidos no caderno eleitoral apenas na atualização do caderno eleitoral a ser feita em 2020, entre janeiro a março.
Por:Tiano Badjana
Data:06.09.2019
HP:10H05

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