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Centrais Sindicais paralisam por quarta vez neste ano a função pública Guineense para exigir melhores condições de trabalho.

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Centrais Sindicais paralisam por quarta vez neste ano a função pública Guineense para exigir melhores condições de trabalho.

União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes arrancaram , nesta terça-feira, 04 de maio e por três dias , uma greve, que deve afetar quase todos os serviços públicos.
Os Funcionários reclamam do governo aplicação de vários documentos jurídicos, nomeadamente lei da Avaliação de Desempenho, Estatuto do Pessoal Dirigentes, lei de Incompatibilidade na Administração.
Da agenda reivindicativa consta ainda a atualização e a implementação de abono de família e a redefinição de critério de atribuição de verbas para assistência medica e medicamentosa aos servidores do estado.
Os Sindicatos para além reclamarem a harmonização salarial na Administração e Institucionalização de Salário mínimo em 100.000( cento mil fca) exigem também regularização da situação de vários Contratados e Estagiários da Função Pública.
Os Setores da educação e da Saúde devem ser os maiores afetados pela Paralisação, até o momento em que se produz esta notícia,os setores de transportes, terrestres, aéreo e o fornecimento da água e da energia continuam a funcionar normalmente.
Com esta greve, faz aumentar o debate acerca da nulidade ou não do ano letivo em Escolas Pública, uma vez que as anteriores paralisação dos professores atingiram , de que maneira, os dias letivos.
As Organizações Sindicais acusam o governo de má gestão de fundos públicos assim como de volta de vontade para atender as suas reclamações.
Para esta quinta-feira, 06 de junho, as duas centrais sindicais devem realizar uma manifestacao de rua para exigir do governo atendimento dos pontos que estão a ser reclamados.
Recordar-se que na Semana Passada as duas Centrais Sindicais haviam paralizado à Função Pública.
Ass/Redação
Data:04.06.2019

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