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Juventude dos Partidos da Maioria Parlamentar sai à rua para exigir a nomeação sem condições do Futuro Primeiro Ministro.

FM

Juventude dos Partidos da Maioria Parlamentar sai à rua para exigir a nomeação sem condições do Futuro Primeiro Ministro.

A Manifestação, que decorreu, nesta terça-feira, 14 de mio, e percorreu quase toda a Avenida Combatente da Liberdade da Pátria, sem ser registrado qualquer incidente entre os manifestantes e a força de Segurança, terminou com um comício no Monumento Mártires de Pindjiguiti, no Centro de Cidade.
Os Jovens, do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde, da Assembleia do Povo Unido, da União para Mudança e do Partido da Nova Democracia, vestidos, na sua maioria, de bandeiras de seus partidos e com cartazes à mão no qual podia ver e ler as frases como por exemplo “Presidente da Republica, Respeite a vontade do Povo”.
Falando aos manifestantes, o Secretário Geral do Juventude Africana Amílcar Cabral, Dionísio Pereira, explica que foram obrigados a sair à rua como forma de pressionar o Chefe de Estado para nomear o novo Primeiro Ministro com urgência.
ˮ o Povo votou no dia 10 de Maio e há uma coligação com maioria parlamentar e por isso o Presidente deve respeitar a vontade da população “disse Pereira”.
De acordo com Organização, que congrega os Jovens destas formações políticas, a situação da incerteza da Campanha da Comercialização da Castanha de Caju adicionada com as ondas de paralisação na Função Pública faz com que haja necessidade de ser nomeado com urgência o governo, que deve ser liderado pelo Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira.
A mesma manifestação decorreu também em quase todas as regiões e espera-se que os partidos da Maioria venham a convocar nos próximos dias uma manifestação com o mesmo propósito.
A Guiné-Bissau realizou no dia 10 de Maio as eleições legislativas vencidas pelo PAIGC com 47 votos e dias depois os Libertadores assinou um acordo de Incidência Parlamentar com Assembleia do Povo Unido, União para Mudança.
Do acordo politico resulta uma maioria com 54 deputados dos 102 deputados que compõem o parlamento guineense.
O Presidente da República disse, na semana passada, que não pode avançar com a nomeação do novo Primeiro Ministro sem que seja concluído o processo da eleição dos membros da Mesa do Parlamento.
O nome de Braima Camará, Coordenador do Movimento para Alternância Democrática, segunda força política no país, proposto pelo seu partido para ocupar o cargo do segundo Vice-presidente do Parlamento foi chumbado pelo deputados.
Movimento para Alternância Democrática já disse em várias ocasiões de que não vai substituir o nome do seu Coordenador por um outro nome.
Também, o Partido da Renovação Social, terceira força política, reclama o posto do Primeiro Secretário da Mesa da Assembleia Nacional Popular.
As duas forças políticas entraram com dois processo no Tribunal, MADEM Pede ao Supremo Tribunal de Justiça para anular a eleição da Mesa do Parlamento enquanto que o PRS quer que o Tribunal Regional de Bissau pronuncie sobre quem tem direito entre os Renovadores e os Libertadores de assumir o cargo do primeiro secretário da ANP.
A Comunidade Internacional nomeadamente as Nações Unidas, a CEDEAO e os Estados Unidos e a Próprio Sociedade Civil não estão a poupar os seus esforços com vista a estabelecer o acordo entre a Coligação da Maioria Parlamentar e o MADEM e o PRS.
Ass/Redacção

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